olha que história linda!
> Um homem de idade já bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer
> um curativo na mão ferida.
>
> *Estava apressado*, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o
> tratava perguntei-lhe sobre qual o motivo da pressa.
>
> Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre,
> tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá.
>
> Disse-me que ela já estava lá fazia algum tempo, porque tinha um *Alzaimer
> * bastante avançado.
>
> Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se ela não ficaria
> preocupada pelo fato de ele estar chegando mais tarde.
>
> *- Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que
> não me reconhece.*
>
> - Estranhando, mas se ela já não sabe quem é o senhor, porque essa
> necessidade de estar com ela todas as manhãs?
>
> Ele sorriu e dando-me uma palmadinha na mão e disse:
>
> *- É. Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem quem ela é.*
>
>
>
> Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía e eu pensei:
>
> *Essa é a classe de amor que eu quero para a minha vida.*
>
>
>
> O verdadeiro amor não se reduz ao físico nem ao romântico.
>
>
>
> *O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi,
> do que será e... do que já não é...*
> *Ame!*
sábado, 30 de maio de 2009
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